Como eu trato

Um acervo de e-books assinados por prestigiados professores da área com casos clínicos ricamente descritos.

Instalação de implantes imediatamente após a exodontia em áreas estéticas

Autor(a):

Guaracilei Maciel Vidigal Junior

Guaracilei Maciel Vidigal Junior

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Instalação de implantes imediatamente após a exodontia em áreas estéticas

Se nos lembrarmos bem, os conceitos de “estética branca” e “estética rosa” foram introduzidos no começo dos anos 1990, coincidentemente quando os dentistas estavam começando a usar os implantes dentários em pacientes parcialmente desdentados.

O (grande) passo seguinte foi colocar estes implantes na tão popularizada “zona estética”, entretanto, mais ao final da década de 1990. Mais uma vez, os periodontistas deram suas valiosas contribuições, e diversas técnicas de rotação e reposicionamento de retalho, manejo de papilas, e incisões minimamente invasivas foram propostas.

Todavia, em nossa luta diária contra a biologia da cicatrização, o resultado menos desejado é a exposição da margem cervical do implante justamente na área do incisivo central ou lateral. O problema é que publicações consecutivas de dados anatômicos em tempo real (tomografias computadorizadas feixe cônico) nos mostram cada vez mais o quão delicada é a tábua óssea (na maioria < 1 mm) que nós queremos “preservar”. Sem contarmos que o implante dentário precisa “ficar firme” na parede de fundo e muitas vezes a parede palatina surgirá como o “Santo Graal” da lenda.

O e-book que os leitores estão prestes a ler reúne o trabalho do nosso colega Guaracilei Maciel Vidigal Jr., um professor e clínico com um pé muito forte na ciência. Nesta jornada, auxiliado intensamente pelos colegas que também mais se esforçam nesta área, o nosso fresh extraction socket, carinhosamente batizado como “alvéolo fresco de extração” na língua portuguesa, foi classificado anatomicamente para melhor visualização, e o que os cirurgiões podem fazer para tirar proveito máximo, independentemente ou não do uso concomitante de uma enxertia de tecido mole ou biomaterial. Vale lembrar que o alvéolo de extração é um tópico fascinante, prazeroso, mas ainda está na sua infância. Algo muito parecido com o entendimento recente sobre a mudança cirúrgica dos biotipos periodontais.

Mais importante, a grande pergunta não é saber como ele ocorre (acidentes traumáticos, reabsorção radicular, cáries extensas etc.), mas qual a conduta clínica utilizada em pacientes que anseiam desesperadamente por uma solução 99,99% perfeita.

E neste ponto podemos garantir: os leitores não vão se decepcionar.

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